Em tempos digitais, espaços de conversa sobre Deus ganham força com encontros presenciais
Ambientes mais abertos e acessíveis têm aproximado novos públicos em busca de fé e conexões reais com encontros de diálogo e convivência.
Ambientes mais abertos e acessíveis têm aproximado novos públicos em busca de fé e conexões reais com encontros de diálogo e convivência.
O ZUPA!, “super” em alemão, é voltado aos membros da Comunidade do Redentor, autônomos ou pequenos empresários, que comercializam produtos das áreas de artesanato, arte, design, decoração, moda, cosmética e alimentação.
Além da feira, haverá atividades infantis, oficinas, música e espaço gastronômico. A ideia é ocupar o jardim e o pátio e oferecer um momento agradável de convívio e encontro com amigos e família.
Curso Alpha 2025 traz 14 Encontros Sobre Fé, Propósito e Reflexões de Vida. A iniciativa É Gratuita e Convida Participantes a Refletirem Sobre Questões Fundamentais da Vida.
A Páscoa cristã sempre foi motivo de esperança e celebração, pois foi durante esta festa que Cristo venceu a morte. Essa vitória do Senhor da vida, que é Cristo, deve ser sempre celebrada, pois ela é a razão da nossa fé. No entanto, a Páscoa também é sofrimento e dor para aquele que entregou a sua vida e que teve seu sangue derramado nos umbrais do mundo. Essa dor muitas vezes é esquecida em meio a alegria, mas é pela sangue do cordeiro, vertido depois de muito sofrimento, que somos salvos. Páscoa, é então, antes de tudo, sobre salvação e dor.
Entre as muitas perguntas que fazemos a nós mesmos e a outros, uma das que retornam sempre de novo é: “o que vem depois da morte?” Em tempos mais difíceis, ela reaparece com muita força. Os esforços humanos por respondê-la são igualmente persistentes, não havendo, até hoje, unanimidade a respeito. Por mais que procuremos propor explicações racionais para essa questão, o fato é que incertezas sempre estarão envolvidas no que pensamos e falamos sobre o assunto. Um quê de mistério envolve a realidade da morte e do que vem depois, a exemplo de um manto que encobre aquilo que se encontra abaixo dele.
Queremos compartilhar reflexões sobre um tema importante e que afeta todos nós diariamente. São as notícias que acompanhamos, que nos impactam e, muitas vezes, desejamos compartilhar com nossa rede de conhecidos.
Se foi por meras razões humanas que lutei… (1 Co 15.32)
Esta constatação de Paulo não nos é desconhecida e nem apenas pertence ao passado. Na sociedade de alta competitividade em que estamos, muitas pessoas, inclusive uma parcela significativa de cristãos, investem seu tempo, sua energia, seu dinheiro, enfim, sua vida para obter o que Paulo chama aqui de ‘meras razões humanas’.
Como você reagiria se eu aqui afirmar que o apóstolo Paulo foi o principal defensor, depois de Jesus, da inclusão das mulheres de modo ativo nas comunidades cristãs que foram sendo fundadas em seu tempo? Seria de estranhamento, creio. Entretanto, afirmo: esta é hoje a minha convicção. Lamentavelmente, poucas figuras de destaque na história foram tão menosprezadas como ele, quando o assunto é a dignidade e o lugar das mulheres nos diferentes contextos sociais. Seus textos que recomendam sua submissão aos maridos provocam horror ao nosso modo contemporâneo de pensar; não os compreendemos.
A Bíblia nos traz um precioso testemunho da Palavra de Deus, para meditarmos sobre o significado permanente da Reforma Evangélica, iniciada por Martim Lutero : “O Senhor disse a Paulo: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza (2 Co 12.9) ”. O apóstolo Paulo é pessoa de história repleta de bons e maus momentos. Podemos ler também em seus relatos autobiográficos que ele se entendia como alguém extremante justo, irrepreensível e acima da média moral em relação aos membros do seu povo.